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7 - A DIETA MEDITERRÂNICA: DE ANCEL KEYS AOS NOSSOS DIAS

  • Autor: PROF. ELISABETTA MORO

Por um estranho acaso da história, a Dieta Mediterrânica foi descoberta por um americano chamado Ancel Keys: em 1951 descobre que na Itália existe uma dieta particularmente saudável. Keys vinha dos Estados Unidos, era um filósofo nascido no Colorado em 1904, mas veio para Itália descobrir uma coisa que no Mediterrâneo já se sabia há séculos, ou seja, que a tríade mediterrânea é muito saudável. A tríade é aquele modo de comer que sempre existiu no Mediterrâneo, à base de trigo, óleo e vinho. Esses ingredientes estão ligados a três divindades: respectivamente Demetra para o trigo, Atenas para o óleo e Dionísio para o vinho. A tríade mediterrânea era o modo de se alimentar dos mediterrânicos e assim foi por milênios, em contraposição com outro modo de alimentação, ou seja, a tríade bárbara, dita “bárbara” porque os romanos consideravam “bárbaros” os povos do norte da Europa. A tríade bárbara era composta de carne, manteiga e leite: um modo de comer antitético àquele mediterrânico. As organizações internacionais, hoje, nos dizem que o estilo de vida e o modo de comer mediterrânico é importante. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o modo mediterrânico de alimentação é muito saudável, leva a uma vida longa, aumentando a taxa de longevidade; segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentos e Agricultura) é um modo de produzir alimentos absolutamente ecológico, ou seja, que deixa poucas sobras e que consume pouquíssimos recursos naturais do planeta. Hoje, graças a Keys, que em 1961 foi capa do “Times”, sabemos que a Dieta Mediterrânica é um modo saudável de se alimentar. Foi sempre Keys que deu a este modo de alimentação milenar e sano o nome de Dieta Mediterrânica: se no Mediterrâneo sempre se comeu mediterrânico, ninguém tinha entendido, até que esse americano chegasse para lembrar.

A tríade é aquele modo de comer que sempre existiu no Mediterrâneo, à base de trigo, óleo e vinho. Esses ingredientes estão ligados a três divindades: respectivamente Demetra para o trigo, Atenas para o óleo e Dionísio para o vinho. A tríade mediterrânea era o modo de se alimentar dos mediterrânicos e assim foi por milênios, em contraposição com outro modo de alimentação, ou seja, a tríade bárbara, dita “bárbara” porque os romanos consideravam “bárbaros” os povos do norte da Europa. A tríade bárbara era composta de carne, manteiga e leite: um modo de comer antitético àquele mediterrânico.
As organizações internacionais, hoje, nos dizem que o estilo de vida e o modo de comer mediterrânico é importante. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o modo mediterrânico de alimentação é muito saudável, leva a uma vida longa, aumentando a taxa de longevidade; segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentos e Agricultura) é um modo de produzir alimentos absolutamente ecológico, ou seja, que deixa poucas sobras e que consume pouquíssimos recursos naturais do planeta.
Hoje, graças a Keys, que em 1961 foi capa do “Times”, sabemos que a Dieta Mediterrânica é um modo saudável de se alimentar. Foi sempre Keys que deu a este modo de alimentação milenar e sano o nome de Dieta Mediterrânica: se no Mediterrâneo sempre se comeu mediterrânico, ninguém tinha entendido, até que esse americano chegasse para lembrar.


Meddiet - O portal da dieta mediterrânea é um projeto da Università degli Studi di Roma Unitelma Sapienza. Projeto realizado com a contribuição do Ministero delle politiche agricole alimentari e forestali - Decreto Ministerial n. 93824 de 30 dezembro de 2014.

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